quarta-feira, 27 de maio de 2009

Divã




Mercedes é uma mulher casada e com dois filhos que, aos 40 anos, tem a vida estabilizada. Um dia ela resolve, por curiosidade, procurar um analista. Aos poucos ela descobre facetas que desconhecia, tendo que contar com o marido Gustavo e a amiga Mônica para ajudá-la.

Título Original: Divã
Gênero: Comédia
Duração: 96 min.
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição: Downtown Filmes
Direção: José Alvarenga Jr.
Roteiro: Marcelo Saback
Produção: Walkiria Barbosa, Iafa Britz, Marcos Didonet e Vilma Lustosa
Direção de produção:
Co-produção: Total Entertainment, Downtown Filmes, Globo Filmes, Lereby
Fotografia: Nonato Estrela
Desenho de Produção: Cláudio Domingos
Figurino: Ellen Millet

Elenco :

Lília Cabral (Mercedes)
José Mayer (Gustavo)
Alexandra Richter (Mônica)
Cauã Reymond (Murilo)
Reynaldo Gianecchini (Theo)
Eduardo Lago
Paulo Gustavo
Julianne Trevisol
Johnny Massaro

Curiosidades :

Filme baseado em livro de Martha Medeiros.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

As Aventuras de Gui e Estopa


Dois produtores inexperientes, “Stress” e “Relax”, que resolvem fazer uma série de desenhos animados chamada “As Aventuras de Gui & Estopa”. Por meio das tentativas e trapalhadas dos dois personagens, o público conhece de uma maneira divertida todo o processo de criação de uma animação, desde o desenvolvimento do roteiro até o lançamento do desenho nos cinemas.


Ficha Técnica
Título Original: As Aventuras de Gui & Estopa
Gênero: Infantil
Duração: 72min.
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição:
Direção: Mariana Caltabiano
Roteiro: Mariana Caltabiano, Eduardo Jardim e Bruno Chekerdimian
Produção: Marcelo Castro e Mariana Catalbiano
Co-produção: Mariana Caltabiano Criações
Música: Arly Cardoso, Thomas Chekerdimian Barreto e Eduardo Jardim
Direção de Arte: Eduardo Jardim
Edição:
Direção de animação: Alexandre Augusto Ferreira


Elenco
Eduardo Jardim
Mariana Caltabiano
Fabiano Perez
Arly Cardoso
Ricardo Aidar


Curiosidades :


O ator Eduardo Jardim (faz as vozes de quatro personagens Stress, Relax, Estopa e Pitiburro.

A atriz Mariana Caltabiano por sia vez fas cinco personagens no filme Gui, Cróquete, Fifivelinha, Róquete e Mãe de Gui.

As Aventuras de Gui & Estopa" de Mariana Caltabiano, é o primeiro longa-metragem de animação realizado por uma mulher no Brasil.

Criado e dirigido por Mariana Caltabiano, é o primeiro filme produzido no país com exibição prevista em todas as plataformas audiovisuais. Em 2009 o filme poderá ser visto nas salas digitais do Cinemark, no canal de tv Cartoon Network e posteriormente na internet, celular e iPod.

As Aventuras de Gui & Estopa” é também a primeira animação em HD (high definition) que chega às salas de cinema digitais.

A direção é de Mariana Caltabiano, autora dos livros: Jujubalândia, A Arca de Ninguém, Tampinha Tira os Óculos, VIP'S Histórias Reais de Um Mentiroso e O Mistério da Casa Hope. E criadora de programas infantis para a TV Globo, SBT e Record, como Zuzubalândia, A Turma da Garrafinha e Flora Encantada.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes


O Grilo Feliz segue compondo suas músicas, para alegria dos habitantes da floresta, e agora deseja gravar um CD. Porém a descoberta de fósseis de insetos gigantes faz com que ele se envolva em uma inesperada aventura, que o obriga a enfrentar um bando de perigosos louva-deuses comandados por Trambika.

Ficha Técnica
Título Original: O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes
Gênero: Animação
Duração: 82 min.
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição: Fox Film do Brasil
Direção: Rafael Ribas, Walbercy Ribas
Roteiro: Walbercy Ribas
Produção: Juliana Ribas
Co-produção: Start Desenhos Animados
Música: Ruriá Duprat
Som:
Fotografia: Rafael Ribas
Desenho de Produção:
Direção de Arte: Rafael Ribas

Elenco
Jonas Melo (Montanha)
Marcos Tumura (Verdugo)
Júlia Duarte (Pétala)
Bel Garcia (Pétala - canções)
Carlos Cappeleti (Sakana)
Dino Moreno (Salafra)
Fátima Noya (Bituquinho)
Giovanni Delgado (Sebastião)
Ivo Roberto dos Santos (Sinistro)
Jair Assumpção (Trambika)
Krissos Michellepis (Camelô)
Leonardo Patriani (Locutor)
Letícia Quinto (Juliana)
Luiz Amorim (Prof. Vareta)
Marcello Braccesi (Caradura)
Vagner Fagundes (Grilo Feliz)
Marcelo Leal (Grilo Feliz - Canções)
Ursula Bezerra (Moreninha)
Marli Bortoletto (Bacaninha)
Mílto Levy Jorge (Camelô)
Renato Dobal (Kakatus)
Rodrigo Andreatto (Rafael)
Sarah Regina (Sapa)
Marlei Santos (Sapa)

Curiosidades:

Walbercy e Rafael Ribas, diretores do filme, são respectivamente pai e filho. - Foi completamente animado com tecnologia 3D. - Precedido por O Grilo Feliz (2001).

Tempos de Paz








Tudo se passa em abril de 1945. Os combates já cessavam na Europa, mas o Brasil ainda se encontrava tecnicamente em guerra. O embate entre o interrogador alfandegário e ex-torturador da Polícia Política de Vargas e o polonês, ex-ator que viveu os horrores da guerra mas era suspeito de ser um nazista fugitivo, se desenrola na sala de imigração do Porto do Rio de janeiro.

Ficha Técnica

Título Original: Tempos de Paz
Gênero: Drama
Duração:
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição: Downtown Filmes
Direção: Daniel Filho
Assistente de direção: Cris D'amato, \Cininha De Paula, Bruno Garotti
Roteiro: Bosco Brasil
Produção: Daniel Filho
Direção de produção: Sylvia Ramos
Produção executiva: Julio Uchôa, Claudia Bejarano
Co-produção: Globo Filmes, Lereby Produções, Downtown Filmes
Música:
Som: Zezé d'Alice
Fotografia: Tuca Moraes
Desenho de Produção: Engênia Maakaroun
Direção de Arte: Cristina Cirne, Marcos Flaksman, Odair Zani
Figurino: Antônio Araújo, Marilia Carneiro
Edição: Diana Vasconcellos
Maquiagem: Rose Verçosa



Elenco

Tony Ramos (Segismundo)
Dan Stulbach (Clausewitz)
Daniel Filho (Dr. Penna)
Louise Cardoso (Clarissa)
Ailton Graça (Honório)
Anselmo Vasconcelos (João)
Leonardo Thierry (Capitão do Navio)
Maria Maya (Enfermeira)
Iafa Britz (Emigrante)
Bernardo Jablonski (Professor Mesquita)
Felipe Martins (Ratinho)
Camila Lins (Criança Húngara)
Pablo Sanábio (Oswaldo)
Breno de Filippo (Policial 2 Imigração)
Ewa Maria Parszewska (Havah)
Marcos Flaksman (Padrinho)
Liliane Mija (Passageira Romena)
Atila Balazs Szemeredi (Passageiro Húngaro)
Alexandre Bordalo (Barbosa (Motorista)
Zezé d'Alice (Florinda)
Carlos Henrique Case (Oficial 3)
Nilvan Santos (Castilho (Diretor do Presídio)
Ewa Stulbach (Senhora Ruiva)
Ricardo Marecos (Policial 1 Imigração)
Ion Muresanu (Senhor Romeno)


Curiosidades

Com a participação de grandes nomes como Tony Ramos, Dan Stulbach, Louise Cardoso, Ailton Graça e Anselmo Vasconcelos, o longa foi inspirado na peça de repercussão nacional de Bosco Brasil, que também assina o roteiro do filme. No teatro, “Novas Diretrizes em Tempos de Paz” recebeu prêmios consagrados como Shell (Autor, Ator e Iluminação) e APAC (Associação Paulista dos Críticos de Arte - Autor e Ator).

Sinopse completa:

O Brasil estreita suas relações com os EUA e sofre fortes influências democráticas após o fim da 2º Guerra Mundial. Durante anos, centenas de pessoas foram presas e torturadas pelo regime de Vargas. Mas, com a pressão externa vários presos políticos ganham a liberdade. Segismundo é um ex-oficial da polícia política do governo Vargas, um ex-torturador frio. Mas, por ironia do destino o fim da Guerra é o que tira sua Paz, pois teme vingança de seus ex-prisioneiros. Hoje, ele é chefe da imigração na Alfândega do Rio de Janeiro e tem a missão de evitar a entrada de nazistas. Estrangeiros são interrogados por ele, e na menor suspeita, mandados de volta para casa. Foi exatamente o que aconteceu com o ex-ator polonês Clausewitz, confundido com um nazista e que agora, terá que usar todo o seu talento de ator para convencer que não é um seguidor de Hitler. Em tempos de paz, a única arma que resta a Clausewitz é o poder do teatro de mexer com os sentimentos das pessoas. Ou o que sobrou deles, depois da guerra.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Lançamento - A Mulher Invisível [ Curta Metragem ]


Pedro acreditava no casamento, mas foi abandonado pela mulher, que fugiu grávida de um alemão milionário. Três meses de depressão e isolamento depois, Pedro ouve batidas na sua porta. É a mulher mais linda do mundo segurando uma xícara de chá: Amanda, sua vizinha. Pedro a convida para entrar e se apaixona por aquela mulher carinhosa, sensível, inteligente, uma amante ardente que faz faxina e gosta de futebol. Amanda só tem um único defeito: ela não existe.


Ficha Técnica
Título Original: A Mulher Invisível
Gênero: Comédia
Duração:
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição: Warner Bros.
Direção: Cláudio Torres
Roteiro: Cláudio Torres
Colaboração de Roteiro: Adriana Falcão, Cláudio Paiva e Maria Luisa Mendonça
Produção executiva: Eliana Soárez, Leonardo Monteiro de Barros, Luiz Noronha e Pedro Buarque de Hollanda
Produção: Luiz Noronha e Eliana Soárez
Co-produtor: Daniel Filho
Produção de elenco: Cibele Santa Cruz
Direção de produção: Cecília Grosso
Produtora associada: Tatiana Quintella
Co-produção: Conspiração Filmes, Warner Bros. Pictures, Globo Filmes, Lereby e YB Music
Música: Luca Raele e Mauricio Tagliari
Som direto: Jorge Saldanha
Edição de som: Miriam Biderman, ABC e Ricardo Reis
Fotografia: Ralph Strelow
Desenho de Produção: Cecília Grosso
Direção de Arte: Denis Netto e Joana Mureb
Figurino: Marcelo Pies
Edição: Sergio Mekler
Maquiagem: Martín Macías Trujillo
Produção de elenco: Cibele Santa Cruz

Elenco
Selton Mello (Pedro)
Luana Piovani (Amanda)
Vladimir Brichta (Carlos)
Maria Manoella (Vitória)
Fernanda Torres (Lúcia)
Paulo Betti (Nogueira)
Maria Luísa Mendonça (Marina)
Lúcio Mauro (Governador)
Thelmo Fernandes (Alberto)
Mario Tati (Marcio)
Danni Carlos (Bárbara)
Karina Bacchi (Karla)


Curiosidades :

- É o terceiro filme dirigido por Cláudio Torres. Os anteriores foram Redentor (2004) e A Mulher do Meu Amigo (2008).

- Sinopse completa:
Pedro (Selton Mello) ainda acredita no conceito do casamento, enquanto que Carlos (Vladimir Brichta) não aceita a possibilidade de que um homem passe toda sua vida ao lado da mesma mulher. Os dois são colegas de trabalho em uma sala de controle de tráfego da prefeitura, onde podem bisbilhotar à vontade a vida das pessoas. Um dia Carlos fica preocupado com o amigo, devido ao estado depressivo dele ao ser abandonado por sua esposa, Marina (Maria Luísa Mendonça). O mesmo acontece com Vitória (Maria Manoella), vizinha de Pedro, que testemunha silenciosamente seu drama através de um buraco na parede. Até que subitamente alguém bate na porta de Pedro. Trata-se de Amanda (Luana Piovani), sua nova vizinha, que veio apenas lhe pedir açúcar. Com um jeito inocente e ao mesmo tempo sedutor, ela muda a vida de Pedro. Só que tem um problema: Amanda é invisível, sendo que apenas aqueles que a desejam muito consegue enxergá-la.

terça-feira, 12 de maio de 2009

INÉDITO - Simonal – Ninguém Sabe O Duro Que Dei


Numa época de talentos eternos e revolucionários, Wilson Simonal brilhou como ninguém e inovou como poucos. Juntando qualidade, carisma, simpatia, suingue, charme, sensualidade e muito talento, ele se tornou a sensação do Brasil e ainda conquistou o público internacional. De repente tudo acabou. Boatos, acusações, mistérios, patrulhas e perseguições. O que aconteceu com Wilson Simonal?

Ficha Técnica
Título Original: Simonal – Ninguém Sabe O Duro Que Dei
Gênero: * Documentário
Duração: 84min.
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição:
Direção: Cláudio Manoel, Micael Langer, Calvito Leal
Roteiro: Claudio Manoel
Produção:
Produtores associados: Raul Schmidt e Roberto Berliner
Coordenadora de produção: Lorena Bondarovsky
Produção executivo: Manfredo Barretto, Rodrigo Letier
Co-produção: Globo Filmes, TvZERO, Zohar
Música: Berna Ceppas
Som: Denílson Campos
Som direto: Paulo Ricardo Nunes
Fotografia: Gustavo Habda
Edição: Pedro Duran, Karen Akerman

Elenco
Max de Castro (Filho e músico)
Simoninha (Filho e músico)
Bárbara Heliodora (Crítica teatral, Ex-patroa da mãe de Simonal)
Luiz Carlos Miele (Produtor musical)
Nelson Motta (Jornalista)
Paulo Moura (Músico)
Ricardo Cravo Albin (Pesquisador musical)
Chico Anysio (Humorista)
Castrinho (Humorista)
Tony Tornado (Cantor e Ator)
Artur da Távola (Jornalista)
Sérgio Cabral (Jornalista e membro do Pasquim)
Ziraldo (Cartunista e membro do Pasquim)
Jaguar (Cartunista e membro do Pasquim)
José Bonifácio de Oliveira (Boni) (Ex- executivo da TV Globo)
Pelé (Ex-jogador de futebol)
Mário Sabá (Músico e membro do Som 3)
Raphael Viviani (Ex-contador da Simonal Comunicação)
Sandra Cerqueira (Segunda esposa)

Premiações
- Menção Honrosa no 13º Festival É Tudo Verdade 2008.

- Melhor Documentário – Juri Oficial e Juri Popular, I Festival Paulínia de Cinema.
Curiosidades
- Claudio Manoel é redator e ator da TV Globo. É integrante do grupo Casseta & Planeta, programa semanal de televisão com uma das maiores audiências no Brasil.

- Micael Langer cursou Rádio e TV e já trabalhou como assistente de correspondente no The New York Times no Rio de Janeiro. Desde 2003, trabalha como produtor, roteirista, diretor e pesquisador em curtas-metragens, vídeos institucionais, filmes publicitários e DVDs.

- Calvito Leal formou-se em Publicidade e Criação na Universidade Mackenzie em São Paulo no ano 2000. Depois de trabalhar por três anos como assistente de fotografia, mudou-se para o Rio de Janeiro a convite da Conspiração Filmes, onde trabalhou na composição digital de filmes publicitários. Depois, como assistente de direção freelancer trabalhou em inúmeras produções nacionais e internacionais e em mais de 350 filmes publicitários. Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei marca sua estreia na direção de filmes.

- Participou do Festival do Rio 2008 (Hors Concours);

- Selecionado para Festival de Cinema do Amazonas; Cine BH; Mostra de Documentários de Maceió; Festival de Aruanda; Cinemúsica; V Panorama Internacional Coisa de Cinema; V Festival de Cinema de Arte de Salvador; V Festival de Verão.

- Sem patrocinio, Claudio Manoel resolveu iniciar o projeto do filme com dinheiro do própio bolso.

- Foram contratados detetives para encontrar algumas pessoas chaves para o documentário, (o promotor do caso, os detetives do DOPS, o motorista do Simonal) e, por diversas razões, e o único que ele encontrou foi o contador [Raphael Viviani, a quem Simonal era acusado de mandar dar uma surra, episódio que deflagrou todo o processo de degradação de sua imagem pública].

- Quando foram a casa do contador, Calvito ficou dentro da van com a câmera e Micael bater à porta, com um microfone de lapela sem fio. O argumento que convenceu o Viviani a falar foi a de que ele poderia se defender da acusação de que estaria roubando dinheiro da firma. Os diretores tiveram a impressão que não só a família do Simonal foi destruída por esse acontecimento – a do Viviani sofre muito até hoje.

- O processo criminal do Simonal foi encontrado uma semana antes de ser destruído.

- O longa-metragem É Simonal de Domingos de Oliveira. A grande maioria das imagens coloridas do do documentário foram retiradas deste filme. E houve surpresas como a cena do palhaço negro num programa de TV, algo sobre que ninguém tinha comentado – você nunca imaginaria que, em 1968, alguém faria um número com aquele teor racial, com aquela intensidade.

- Muito material acabou ficando de fora do filme, mas deve entrar no DVD.

- Lançamento em circuio em 15 de Maio de 2009.

- Wilson Simonal:
Em comum, havia o fato de terem começado carreira sob os auspícios do agitador Carlos Imperial e um passado de ligações com a bossa nova – de repente, quando se chega ao final dos anos 60, lá estão os dois, Wilson Simonal e Roberto Carlos, como os donos do pedaço, vendendo discos aos milhões e lotando estádios como nenhum outro artista da música brasileira. Mas se Roberto acabaria dando a semente para a formação de um movimento de rock, eminentemente branco, no país, Simonal foi o capítulo 1 de uma espécie de black music com sabor tropical. Tim Maia, Cassiano, Banda Black Rio, Sandra de Sá, Cláudio Zoli, Ed Motta, Paula Lima, todo mundo passou pela porta aberta do cantor de invejável inflexão jazzística (Sarah Vaughan que o diga!) e incomparável ginga. A série de LPs Alegria, Alegria, iniciada por Simonal em 1967, apresentou uma das criações de Imperial, a Pilantragem, que o cantor representou melhor do que ninguém. Um passo além do samba esquema novo de Jorge Ben, rumo às paradas de sucesso e às pistas quentes das boates. A dance music brazuca por excelência.
Basta ouvir a gravação de “Nem Vem que Não Tem” (composição de Carlos Imperial, que até Brigitte Bardot cantou depois, em francês) para entender porque Simonal era o cara: malandragem total na inflexão meio rap dos versos, suingando no balanço do piano de Cezar Mariano (o futuro César Camargo Mariano, então líder do grupo Som Três) e de uma base de baixo, bateria, guitarra e sopros bem próxima daquela soul music de sucesso da época, de Otis Redding e Aretha Franklin. Uma combinação tão matadora (ah, e não dá para esquecer das onipresentes palminhas, dando um clima de festa sem fim) que funcionou com uma gama de composições tão ampla que era capaz de abranger a folclórica “Escravos de Jô”, o “Sá Marina” (de Tibério Gaspar e Antônio Adolfo), o “País Tropical” (de Jorge Ben, à qual Simonal deu sua forma definitiva), o “Remelexo” (de Caetano Veloso) e a marchinha “Mamãe Eu Quero”. Tal era o talento e o carisma do cantor que, se quisesse, até a “Marcha Fúnebre” ele poderia tentar usar para levantar o povo no salão.
Os sucessos de Simonal na fase Pilantragem vieram aos montes: “Meu Limão, Meu Limoeiro”, “Vesti Azul” (de outro artífice do gênero, Nonato Buzar), “Mamãe Passou Açúcar Ni Mim” (outra de Imperial) e “Mustang Cor de Sangue” (dos irmãos Marcos e Paulo Sérgio Valle). E para quem o acusava de só saber fazer dançar, ele podia sacar do bolso o “Tributo a Martin Luther King”, uma pungente tomada de posição na luta contra a discriminação racial, cuja composição ele próprio assinou com Ronaldo Bôscoli. Mas saber fazer dançar, divertir a massa era algo que o cantor fazia como ninguém – não por acaso, hoje em dia quando os jovens DJs jogam na pista alguma das faixas acima citadas, não tem quem fique parado. Wilson Simonal é aquele tio cheio de suingue, que recentemente ganhou até um disco de remixes, Rewind, feitos por nomes acima de qualquer suspeita, como Instituto e os DJs Hum e Patife.
Mas... e se alguém vem perguntar pela bossa, pelo barquinho, pelo violão, pela sofisticação jazzística e pela música civilizada? Não tem problema: os LPs Tem Algo Mais (de estreia, em 1963) e A Nova Dimensão do Samba (1964) podem satisfazer os puristas, com muito Tom Jobim (“Inútil Paisagem”, “Samba do Avião”, “Ela é Carioca”, “Garota de Ipanema”), Menescal e Bôscoli (“Ela Vai, Ela Vem”, “Telefone”), Johnny Alf (“Rapaz de Bem”) e Baden Powell/Vinicius (“Consolação”). Todos servidos com um molho especial, cuja receita ninguém mais conseguiu reproduzir. É isso aí: os serviços prestados pelo soldado Wilson Simonal à música brasileira são grandes, agora sabemos bem – a hora, então, é de ir atrás dos seus discos e ouvir, ouvir, ouvir. E dançar.

- Sinopse completa:
Numa época de talentos eternos e revolucionários, Wilson Simonal brilhou como ninguém e inovou como poucos. Juntando qualidade, carisma, simpatia, suingue, charme, sensualidade e muito talento, ele se tornou a sensação do Brasil e ainda conquistou o público internacional. De repente tudo acabou. Boatos, acusações, mistérios, patrulhas e perseguições. O que aconteceu com Wilson Simonal?
“Simonal (Ninguém Sabe o Duro que Dei” traça a trajetória impressionante do ex-cabo de exército, que reinou soberano e acabou condenado ao ostracismo por um delito que jurava inocência. Através de depoimentos de amigos, inimigos e, principalmente, de imagens das exuberantes performances do grande artista, o filme mostra também as respostas que nunca apareceram. Simonal era informante da ditadura? Era favorável aos militares? Ou seu maior crime foi ser negro, milionário, símbolo sexual num país e numa época em que existia muito racismo?

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Surf Adventures 2 - A Busca Continua

A busca da onda perfeita continua. Em nome desta saudável obsessão, o diretor e produtor Roberto Moura voltou a reunir as maiores feras do surfe brasileiro que encaram e esbanjam talento em ondas absolutamente assustadoras. Desta vez, a elite do surf nacional – de estreantes a veteranos – viajou pelas incríveis ondas do Peru, México, Austrália, Taiti, Chile sem esquecer pontos privilegiados do litoral Rio-São Paulo. E mais: quem associa os melhores picos ao mar aberto, certamente se surpreenderá com a beleza das ondas em plena região amazônica, mais exatamente na pororoca do rio Araguari, no Amapá – pela primeira vez exibida no cinema.

Ficha Técnica
Título Original: Surf Adventures 2 – A Busca Continua
Gênero:
Duração: 90 min
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição: Universal Pictures
Direção: Roberto Moura
Assistente de direção: Silvio Arnaut e Carlos Sanfelice
Roteiro: Pedro Cezar
Produção: Roberto Moura
Produtores associados: Daniel Filho e Cadu Rodrigues
Produção executiva: Luiz Salazar
Produtor associado: Daniel Filho
Co-produção: Massangana Filmes e Globo Filmes
Música: Júlio Adler, Pedro Seiler e Sergio Mekler
Som direto: George Saldanha, Yan Saldanha, Nuno Cardoso , Carlos Sanfelice, Fernando Pinel
Fotografia: Manuel Águas e Guga Millet. Sérgio Mekler e Julio Adler
Câmera: Flávio Alexim, Carlos Sanfelice, Roberto Moura, Mick Prickett, Rick Jakovich
Direção de Arte: Guga Liuzzi E Gabriel Jaguaribe
Edição: Sergio Mekler, Júlio Adler
Assistente de edição: Silvio Arnaut
Coordenação de pós-produção: Veruschka Bauerle
Assistente de finalização: Silvio Arnaut

Elenco
Hélio de La Peña (narração)
Adriano de Souza
Aldemir Calunga
Alexandre Almeida
Ancelmo Correia
Andy Irons
Binho Nunes
Bruno Santos
Carlos Burle
Cezar Aspriglia
Claudia Gonçalvez
Rodrigo Coxinha
Danilo Costa
Danylo Grillo
Eraldo Gueiros
Erick de Souza
Everaldo Pato
Fábio Gouveia
Flávio Padaratz
Guilherme Tripa
Italo Ferreira
Jadson Andre
Jessé Mendes
Joel Parkinson
Josh Kerr
Kai Otton
Kelly Slater
Kiron Jabour
Léo Neves
Luli Pereira
Manoa Drollet
Marama
Marcelo Trekinho
Marcos Sifú
Mick Fanning
Miguel Pupo
Noélio Sobrinho
Pablo Paulino
Pancho Sullivan
Pedro Henrique
Pedro Scooby
Phil Rajzman
Raimana
Raoni Monteiro
Raquel Muller
Ricardo dos Santos
Sérgio Laus
Silvana Lima
Simão Romão
Stephan Figueiredo
Taj Burrow
Taylor Knox
Thiago Bianchini
Tom Curren
Yuri Sodré

Curiosidades

- Continuação de Surf Adventures – o Filme, que em 2002 atraiu 250 mil espectadores, consagrando-se como um dos cinco documentários mais vistos do cinema brasileiro.

- Hélio de La Peña foi chamado por sugestão do filho do diretor.

- O texto é de Pedro Cezar, surfista, videomaker, poeta pernambucano foi um dos diretores dos longas Fábio Fabuloso (2004) e Só Dez Por Cento É Mentira (2008), sobre o surfista Fábio Gouveia.

- O filme reúne 10 campeões mundiais em de diferentes categorias do esporte.

- Binho Nunes, Carlos Burle, Danilo Grilo, Eraldo Gueiros, Fábio Gouveia, Flávio "Teco" Padaratz, Léo Neves, Marcelo Trekinho, Pedro Henrique, Phil Rajzman, Raoni Monteiro e Yuri Sodré participarão dos dois filmes.

- Filmado com câmeras super 16mm (algumas instaladas no bico das pranchas para compartilhar com o espectador as emoções de surfar não só sobre as ondas, mas também no meio de gloriosos tubos).

- Câmera Água Carlos Sanfelice, Mick Prickett, Rick Jakovich E Roberto Moura.

- Um ‘modesto’ pegador de onda. É assim que o carioca Roberto Moura se define. No entanto, quando o negócio é filmar o surf, Moura mostra sua habilidade atrás das câmeras, passando a compartilhar com o surfista mais fissurado a busca pela onda perfeita. A primeira fase desta ‘onda’ começou na adolescência em cima de uma prancha, quando Roberto se revelou também um aficionado por imagens de surf, promovendo sessões especiais para curtir o esporte com os colegas. Em 1993 realizou o longa Surf Espetacular, lançado diretamente no mercado do vídeo pela Polygram. O filme foi todo rodado em 16mm e traz Kelly Slater ainda antes de ganhar o seu primeiro título. De 1995 a 2002 dirigiu cerca de 60 programas da série Sport TV, quando batalhou ferozmente pela substituição de imagens de enlatados para mostrar o que acontecia no surf Brasil afora. A determinação de fazer um filme de surf para a tela grande aconteceu em 2001, quando produziu Surf Adventures – O Filme, com direção de Artur Fontes e parceria com a Lumière e a Conspiração Filmes. O excelente resultado atraiu 250 mil espectadores – a quinta maior bilheteria para um documentário nacional – e deu ainda mais gás para Roberto continuar a busca pela onda perfeita. O resultado é Surf Adventures 2 – A Busca Continua, no qual Roberto Moura acumula as funções de produtor e diretor.

- As Filmagens começaram no final de 2005 no Peru e terminaram no litoral Rio-São Paulo, entre Saquarema e Maresias, em novembro de 2007.

- Foram feitas filmagens pela primeira vez para o cinema as ondas da pororoca no Amapá.

- O filme tambem teve filmagens no México, Chile, Austrália e Taiti. Foram feitas três viagens ao Taiti até dar onda. Foram dez dias no México debaixo de chuva, sem ligar a câmera, mas apenas nos últimos três dias foram feitas filmagens. A viagem ao Chile durante um campeonato foi rápida, durou menos de uma semana. Já para o Amapá foi longa e, além disso, o barco capotou. Por sorte, a câmera principal estava no helicóptero. No Peru, contamos com a ajuda da Internet: verificaram a vinda de um super swell. Ao todo, foram três meses e 20 dias nas locações e registraram cerca de 85 horas de material bruto, pelo menos 20 horas a mais que no primeiro filme.

- Uma das câmeras foi desenvolvida por Fernando Pinel. Essa câmera capta o ponto de vista do surfista. Ela mostra a onda como se fosse a ponta do pé, mas era preciso um surfista que agüentasse a câmera na prancha. E quem segurou essa onda foi o Phil Rajzman, campeão mundial de long board em 2007. O maior waterman brasileiro. Em comparação o primeiro filme, conseguimos uma imersão maior que leva o espectador para dentro da água.

- Sérgio Mekler e Julio Adler criaram uma super-trilha com a Produção Musical de Pedro Seiler – são 27 músicas, de Jorge Mautner a Bob Marley e Santana. Há bandas novas, como a Pata de Elefante, formada por um trio gaúcho, além de clássicos de Los Hermanos, Erasmo Carlos, Moraes Moreira, Novos baianos, Bonde do Role, Funkadelic e The Ex. Músicas que tem ligação com o universo do surf ou, pelo menos, com o clima do surf.

Falsa Loura


Silmara, uma operária especializada de exuberante beleza, que sustenta o pai incendiário, se envolve com dois mitos diferentes da música popular e com cada um deles irá experimentar traumáticas lições de vida.


Ficha Técnica


Título Original: Falsa Loura
Gênero: Drama
Duração:
Lançamento (Brasil): 2008
Site: oficial
Distribuição: Imovision
Direção: Carlos Reichenbach
Assistente de direção: Daniel Chaia
Roteiro: Carlos Reichenbach
Produção: Sara Silveira
Produção executiva: Maria Ionescu
Direção de produção: Josmar Bueno Júnior
Produção de elenco: Vivian Golombek
Co-produção: Dezenove Som e Imagem
Música: Nelson Ayres e Marcos Levy
Som: Gabriela Cunha
Fotografia: Jacob Sarmento Solitrenick (ABC)
Direção de Arte: Valdy Lopes Ferreira
Figurino: Cássio Brasil
Edição: Cristina Amaral

Elenco
Rosanne Mulholland
Cauã Reymond
Djin Sganzerla
João Bourbonnais
Léo Áquilla
Vanessa Prieto
Luciana Brites
Maeve Jinkings
Jiddu Pinheiro
Suzana Alves
Emanuel Dórea
Priscila Dias
Naruna Costa
Ingrid Silveira
Pedro Noizyman
Ádria Sandrade
André Guerreiro Lopes
Flávia Lorenzi
Renata Zhaneta
Daniela Christopher
Maurício Madruga
Isaac Ferreira
Júlio Machado
Bertrand Duarte
Luiz Henrique
Bruno de André
Deivy Rose
Maurício Mattar (Luís Ronaldo)

Premiações
- Candango de Melhor Atriz Coadjuvante para Djin Sganzerla, no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 2007.
Curiosidades
- Apresentado pela primeira vez no FEstiva de Brasilia, no dia 24 de novembro de 2007.

- Originalmente foi um dos quatro roteiros que Carlos Reichenbach escreveu, estimulado pela Bolsa Vitae, que buscavam retratar o seu imaginário a respeito da mulher operária.

- Em Falsa Loura, Reichenbach mergulha novamente no universo das mulheres proletárias e classe média brasileiras, no ambiente de trabalho e no tempo livre, tendo a cidade de São Paulo como cenário e personagem. As semelhanças com "Lílian M.", "Amor, Palavra Prostituta", "Anjos do Arrabalde" e "Garotas do ABC" terminam no aspecto social e econômico abordado.

- As filmagens foram encerradas no dia 08 de dezembro de 2006, em uma feira da Vila Maria, SP.

- Seleção Fundação Vitae para elaboração de roteiros 1995

- Seleção Oficial Festival de Brasília do Cinema Brasileiro 2007 - Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante

-Seleção Oficial Festival Internacional del Nuevo Cine. Latinoamericano de La Habana 2007

- O filme foi escolhido para abrir o Festival Sesc dos Melhores Filmes 2008, e a 11ª Mostra de Cinema de Tiradentes.

- Canções - Paulo Ricardo, Alexandre Leão, Isolda & Milton Carlos, Carlos Reichenbach e a TRUPE.

- Sinopse completa
Operária especializada e competente, a bela Silmara (Rosanne Mulholland) sustenta o pai, Antero (João Bourbonnais), um ex-presidiário físicamente deformado pelo fogo e tenta a todo custo reatar relações amigáveis entre o pai e o irmão caçula, o cabelereiro Tê (Léo Áquila). Apesar de atrair e ser atraída pelos homens, Silmara mantém um ambíguo relacionamento com a professora de dança Regina (Luciana Brites). Silmara compensa a deprimente miséria familiar com um comportamento aparentemente agressivo, fútil e despachado. Na fábrica, ela é instada por sua melhor amiga, a também operária Luiza (Vanessa Prieto), a se tornar a "pigmalião" da tímida, desajeitada e solitária Briducha (Djin Sganzerla). Silmara, Briducha e a professora municipal Ligia (Maeve Jinkings), juntam suas economias para assistir o show do grupo "Bruno e seus Andrés", no Clube Alvorada. Ao se envolver emocionalmente com o ídolo Bruno de André (Cauã Reymond), Silmara passa a representar para suas amigas do trabalho a utópica possibilidade de rápida ascensão econômica e social e se torna um mito entre as colegas Milena (Suzana Alves), Valquíria (Priscila Dias), Fátima (Naruna Costa) e Rosecler (Ingrid Silveira). Somente Luiza, sua confidente, fica sabendo que Bruno a tratou como uma réles prostituta. Ao mesmo tempo, ela desconfia que o pai voltou a atividade de incendiário profissional. Apesar da brutal lição de desprezo com o ídolo pop, Silmara irá repetir o mesmo trajeto abissal quando, através da intermediação do poderoso advogado Dr. Vargas (o cineasta e jornalista Bruno de André), é contratada para passar um final de semana como acompanhante do maior cantor da música romântica brasileira, Luís Ronaldo (Maurício Mattar) e de seu filho Leonel (Emanuel Dórea).

Palavra (En)cantada

Palavra (En)Cantada é um documentário que percorre uma viagem na história do cancioneiro brasileiro com um olhar especial para a relação entre poesia e música. Dos poetas provençais ao rap, do carnaval de rua aos poetas do morro, da bossa nova ao tropicalismo, Palavra (En)cantada passeia pela música brasileira até os dias de hoje, costurando depoimentos de grandes nomes da nossa cultura, performances musicais e surpreendente pesquisa de imagens.

Ficha Técnica
Título Original: Palavra (En)cantada
Gênero: Documentário
Duração: 86min
Lançamento (Brasil): 2009
Distribuição:
Direção: Helena Solberg
Roteiro: Diana Vasconcellos, Helena Solberg, Marcio Debellian
Argumento: Marcio Debellian
Produção: David Meyer
Direção de produção: Maria Farkas, Marcelo Ferrarini
Produtor executivo: David Meyer
Co-produção:
Música:
Som: Gabriela Cunha,Cristiano Maciel, Heron Alencar, Toninho Murici
Fotografia: Pedro Farkas, Luís Abramo, Mustapha Barat
Câmera: André Luiz de Luiz, Stefan Kolumban Hess
Desenho de Produção:
Edição: Diana Vasconcellos


Elenco
Adriana Calcanhotto
Antônio Cícero
Arnaldo Antunes
BNegão
Chico Buarque
Ferréz
Jorge Mautner
José Celso Martinez Correa
José Miguel Wisnik
Lirinha (Cordel do Fogo Encantado)
Lenine
Luiz Tatit
Maria Bethânia
Martinho da Vila
Paulo César Pinheiro
Tom Zé
Zélia Duncan
Dorival Caymmi
Caetano Veloso
Tom Jobim

Curiosidades
- A maioria das entrevistas foi realizada na casa dos entrevistados, em atmosfera intimista, com o registro de declamações e canções especialmente para o documentário.

- Entre as músicas do filme estão "Choro Bandido" (Chico Buarque/Edu Lobo), "Alegria, Alegria" (Caetano Veloso), "Alvorada" (Cartola), "História do Brasil" (Lamartine Babo), "Inclassificáveis" (Arnaldo Antunes), "Fábrica do Poema" (Adriana Calcanhotto/Waly Salomão), "2001" (Tom Zé/Rita Lee) e "O Mar" (Dorival Caymmi).

- Imagens de arquivo de Dorival Caymmi, Caetano Veloso e Tom Jobim. Um filme de Helena Solberg e Marcio Debellian

- Coordenador de Pesquisa, Júlio Diniz e Pesquisadores Frederico Coelho e Heloísa Tapajós

- Música Incidental de Leo Gandelman e Nico Rezende

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Lançamento-Favela On Blast


Em julho de 2004, Leandro HBL iniciou uma pesquisa em algumas favelas do Rio de Janeiro, em busca da cultura musical em torno do funk carioca ali estabelecida desde a década de 1970. Esta pesquisa deu origem ao longa-metragem Favela On Blast. O documentário busca, por meio de entrevistas, encontros e vivências junto aos “funkeiros” , montar um quebra cabeça improvável da cultura popular. Favela On Blast foca o Baile Funk no Rio de Janeiro: sua música, seus personagens e a favela–local onde nasceu e onde, geralmente, acontece.
Ficha TécnicaTítulo Original: Favela On Blast - Um documentário sobre Funk CariocaGênero: DocumentárioDuração: Lançamento (Brasil): 2009Distribuição: Direção: Leandro HBL e Wesley PentzRoteiro: Leandro HBL e Wesley PentzProdução: Mad Decent e MosquitoDireção de produção: AmitenProdução executiva: Vânia CataniCo-produção: Bananeira Filmes, Mosquito Video&DesignMúsica: Wesley PentzFotografia: Leandro HBLDireção de Arte: Leandro HBLEdição: Ricardo Mehedeff
Elenco : Mr Catra Deise TigronaMc Leleco Mc Duda Mc Didô Mc Fornalha Dj Sani Dj Jorginho Bonde das Danadinhas Mc Colibri Brulaine Mc Pé de Pano Mcs Júnior e Leonardo Mcs Gorila e Preto Bonde das Experimenta Gaiola das Popozudas Dj Carlos Machado Mc Frank Dj Marlboro .
Curiosidades- Leandro HBL (fundador e dono da Mosquito Video&Design) formou-se em Comunicação e Ar tes pela PUC-MG em 1999 onde mais tarde lecionou “Linguagem Audiovisual ” . Começou sua car rei ra em Cuba, em 1998, onde estudou cinematograf ia na Escola Internacional de Cinema e Tv e real izou o documentár io “Mi ra” . Em 1998, fundou a Mosquito, t rabalhando como di retor cr iat ivo e comunicador audiovisual. Desde então, desenvolve projetos para as áreas de cinema, vídeo, design gráf ico, fotograf ia, i lust ração e internet . Em 2003 t ransfer iu-se para a Europa l igandose ao Depat ramento de cinema da Fabrica (Treviso, Itál ia) por onde permaneceu 3 anos. No mesmo ano a Mosquito começou a desenvolver t rabalhos em co-produção com a Fabrica, na Itália, e com a produtora alemã Emenes. Muitos de seus t rabalhos autorais foram selecionados para fest ivai s e most ras de ar te, cinema e vídeo no Brasi l e no exter ior, como: Videoex em Zur ich, San Francisco Fi lm Fest ival, VideoBrazi l em São Paulo, Lat in Amer ican DigiFest ; ImageForum e JVC Video Fest ival em Tókio, CineEsquemaNovo em Por to Alegre, Paço Imper ial no Rio. É colaborador da “Colors Magazine”, atuando como fotógrafo e jornal ista. Trabalha como di retor para diversas produtoras do Brasi l e do exter ior como: Emenes (Alemanha), RTSI (Suiça), TV Futura, TV Cultura, Tv Minas, Toscographics, EM Vídeo, Camisa List rada, Brókol is, VT3, entre outras.
= Wesley Pent (Dj Diplo, fundador e dono da Mad Decent. Nasceu em 1978 nos Estados Unidos. Diplo começou seu t rabalho com música elet rônica em 2002. Lecionou o curso “Computadores, música e cultura” na escola elementar de Binery (USA), “Computadores ar te e ciência” e “Fotograf ia Digital ” na Temple Universidade ambas na Phi ladelphia (USA) . Diplo t rabalhou como assistente de produção em alguns vídeo cl ipes como “Me Against the Music” de Madonna e Br itney Spears. El e também produziu e di r igiu seu própr io vídeo cl ipe “Diplo Rhythm” . Em março de 2005, Diplo apareceu como capa da revista Fader magazine como um ar t igo sobre o rapper Maceo. Em 2006 Fundou empresa mult i meios Mad Decent LLC (USA), uma produtora de sons, f i lmes e que também atua como gravadora . Diplo se apresentou em per formances como Dj em muitas cidades ao redor do mundo, como o Rio de Janei ro, Brasi l (TIM fest ival 2006), São Paulo, Brasi l SESC Pompéia 2006, Shanghai, China (Diesel . 35Soul ), Moscow, Russia (Bur ton Snowboards),London, England (Fabr ic), Par is, France (Nouveau Casino, Le Tr iptych), Stockholm, Sweden (Berns), New York, USA (Warsaw), San Francisco, USA (Mezzanine),Phi ladelphia, USA (Transit, UACA, Si lk City), Tokyo, Japan (Mi lk), Barcelona, Spain, and Buenos Ai res, Argent ina (Sonar Fest ival ) . Atualmente Diplo tem se apresentado com bastante sucesso na Kiss FM Radio (London) além de ter uma programação of icial no iTunes (Mad Decent Wor ldwide Radio) com mi lhares de ‘downloads’ por semana.
- Sinopse completa: Em julho de 2004, Leandro HBL iniciou uma pesquisa em algumas favelas do Rio de Janeiro, em busca da cultura musical em torno do funk carioca ali estabelecida desde a década de 1970. Esta pesquisa deu origem ao longa-metragem Favela On Blast. O documentár io busca, por meio de entrevistas, encont ros e vivências junto aos “funkeiros” , montar um quebra cabeça improvável da cultura popular.Favela On Blast foca o Bai le Funk no Rio de Janeiro: sua música, seus personagens e a favela–local onde nasceu e onde, geralmente, acontece. Ali, no baile, tudo se encont ra e se mistura, o motor que rege as interações humanas é o caos, a dança frenética e sensual de homens e mulheres simbol iza uma espécie de êxtase corporal da exper iência cultural do funk.Fruto da exclusão da sociedade industrial , a favela representa um campo onde a cultura se renova e ao mesmo tempo se cont radiz. É neste espaço “para-urbano”, pivô da reciclagem cultural brasileira, que floresce a cultura do funk carioca.O filme most ra a realidade popular de comunidades pobres, pouco pr ivi legiadas, mas ext remamente r icas culturalmente. O Bai le Funk, nascido em meio à violência e à pobreza das favelas do Rio de Janei ro, é provavelmente um dos movimentos musicais mais interessantes do mundo. Favela On Blast t raz para o cinema, sem preconceitos ou rotulações, o Bai le Funk, sua música, seus personagens e, sobretudo, a real idade sócio-cultural das favelas.

Lançamento - Budapeste




José Costa é um ghost-writer, escritor especialista em escrever livros para terceiros sob a condição de permanecer anônimo. Na volta de um congresso, Costa é obrigado a fazer uma escala imprevista na cidade de Budapeste, o que desencadeará uma série de eventos envolvendo-o em uma surpreendente história. Casado com Vanda, uma famosa apresentadora de telejornais, Costa conhece Kriska em Budapeste. Com ela aprende húngaro, que segundo dizem, "é a única língua que o diabo respeita". Durante as diversas idas e vindas entre o Rio de Janeiro e Budapeste, Costa se alterna entre o seu enfeitiçamento pela língua húngara transformada em paixão por Kriska e suas raízes pessoais ancoradas no seu amor por Vanda.


Ficha TécnicaTítulo Original: BudapesteGênero: DramaDuração: 113 minLançamento (Brasil): Distribuição: Imagem FilmesDireção: Walter CarvalhoRoteiro: Rita BuzzarProdução: Rita Buzzar, Pryrt Miskilczi, Leonel Veira Direção de produção: Co-produção: Imagem Filmes, Stopline, Eurofilm, Telecine Productions, Teleimage, Rio Bravo, Fam FilmesMúsica: Leo GandelmanSom: Fotografia: Lula CarvalhoDesenho de Produção: Direção de Arte: Marcos FlaksmanFigurino: Kika LopesEdição:



Elenco : Giovanna Antonelli (Vanda)Leonardo Medeiros (José Costa)Paola OliveiraIvo CanellasDebora NascimentoAndrás BálintDjoko RossichNicolau BreyerGabriela Hãmori (Kriska)Antonie KamerlingChico Buarque



Curiosidades- Baseado no romance homônimo de Chico Buarque.
- As filmagens aconteceram no Rio e na cidade que dá nome ao longa.
- Sinopse completa:"O que deseja ser num grito, num ato, numa frase?". Certamente, a esta pergunta do filósofo Miguel Unamuno, o personagem de BUDAPESTE, José Costa responderia um irônico: "nada". José Costa, um angustiado ghost-writer (escritor fantasma) e também amante da linguagem e da escrita, aos seus 30 anos, é o narrador dessa eletrizante narrativa que viaja do Rio de Janeiro a Budapeste. Quando Costa, já bem sucedido como escritor fantasma, está retornando do Congresso de Escritores Anônimos, em Instambul, uma ameça de bomba faz seu vôo fazer uma aterrizagem forçada em Budapeste. Desde seus primeiros momentos na cidade, ele se apaixona pelo húngaro. E, lentamente, imagina poder preencher o vazio de sua existência como aquele idioma novo, que lhe parece indecifrável. A única língua que o Diabo respeita. De volta para o Rio, ele reencontra sua mulher Vanda e seu filho. Mas passa a murmurar o húngaro, enquanto dorme. E cada vez mais insatisfeito com sua vida familiar e pessoal, ele começa a escrever, por encomenda, autobiografias. Seu maior sucesso é "O Ginógrafo", uma narrativa permeada de sexo e aventuras, que escreve para o alemão, Kaspar Krabbe. Mas sua mulher Vanda, uma famosa apresentadora de telejornal, se apaixona por Kaspar, pensando ser ele o verdadeiro autor do livro, um dos grandes best-sellers do ano. Cansado do trabalho e do casamento, numa decisão trágica, ele resolve voltar a Budapeste, onde ele se seduz cada vez mais pela língua e por Kriska, sua professora de húngaro. Costa passa a viver com Kriska e se torna quase um verdadeiro húngaro: Zsoze Kósta. E domina tão bem o idioma, que começa a escrever, como ghost-writer. Teses, contos e poesias, nada lhe escapa. Mas repentinamente ele é deportado de volta para o Brasil. Vê-se completamente alheio ao seu país, ao seu passado e fecha-se num quarto de hotel. O que poderia levá-lo de volta para Budapeste e Kriska? O trabalho de um outro ghost-writer. O Sr..., ex-marido de Kriska, escreve "Budapeste" e ourtoga a autoria do livro a Costa. Ele, então, é convidado para voltar para a Hungria, coberto por glórias e honras. E também de volta para os braços de Kriska, que espera um filho dele. À maneira de Borges e Gogol, num jogo de espelho e duplos, Costa é fadado a ser autor de uma história que não é sua. Ou é? E a viver um amor e uma felicidade que não são suas. Ou são? Essas coisas, o leitor e agora o espectador de cinema poderá descobrir.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Verônica

Verônica é uma professora da periferia do Rio de Janeiro. Certo dia, um dos seus alunos permanece na escola porque os pais não foram buscá-lo. A professora descobre que eles foram assassinados e que o menino está com um pendrive que era do pai, com imagens do tráfico e da corrupção policial. Sem ter a quem recorrer, Verônica enfrenta traficantes e a banda podre da polícia para salvar o garoto e sobreviver. Ao mesmo tempo, luta para conquistar a confiança do menino e vencer a própria resistência diante de uma criança que não é sua.

Ficha TécnicaTítulo Original: VerônicaGênero: DramaDuração: 109min.Lançamento (Brasil): 2008Distribuição:Direção: Maurício FariasRoteiro: Maurício Farias, Bernardo GuilhermeDiálogos: Andréa Beltrão, Bernardo Guilherme, Maurício FariasProdução: Silvia FraihaDireção de produção:Co-produção:Música: Branco Mello, Emerson VillaniSom: Toninho MuricyFotografia: José GuerraDesenho de Produção: Lu NicolinoDireção de Arte: Luciane Nicolino e Guga FeijóFigurino: Ellen MiletEdição: Fabio VillelaMaquiagem: Celeste Randall


ElencoAndréa Beltrão (Verônica)Matheus de Sá (Leandro)Marco Ricca (Paulo)Giulio Lopes (Coutinho)Andréa Dantas (Selma)Patrícia Selonk (Aline)Flávio Migliaccio (Seu Luís)Camila Amado (Dona Rita)Aílton Graça (Major Diniz)Jorge Lucas (Almeida)

Premiações-Curiosidades- Verônica foi filmado com R$ 500 mil, em sistema "de cooperativa", segundo o diretor. Isso significa que parte do elenco e da equipe técnica "são sócios do filme".
- Sinopse completa:Verônica é professora da rede municipal de ensino há vinte anos e agora, na iminência de se aposentar e passando por sérios problemas pessoais, está exausta e sem a paciência de sempre. Um dia, na escola em que trabalha, ela percebe que ninguém veio buscar Leandro, um aluno de oito anos. Já é tarde da noite quando a professora decide levá-lo em casa. Ao chegar no alto do morro, encontram a polícia e muito tumulto. Traficantes mataram os pais de Leandro e querem matá-lo também. Verônica foge com o menino. Ela procura ajuda e descobre que a policia também está ligada ao assassinato dos pais do menino. Sem poder confiar em ninguém, ela decide esconder o garoto. Assim, Verônica é obrigada a enfrentar policiais e traficantes para sobreviver. E enquanto procura uma maneira de escapar com o menino, redescobre sentimentos que estavam adormecidos na sua vida solitária e difícil.

Loki - Arnaldo Baptista

Cinebiografia do músico Arnaldo Baptista, ex-integrante dos Mutantes, contada por meio de um quadro traçado pelo próprio artista. A narrativa é intercalada com imagens históricas que remetem aos principais momentos de sua trajetória artística.

Ficha TécnicaTítulo Original: Loki - Arnaldo BaptistaGênero: DocumentárioDuração: 120 min.Lançamento (Brasil): 2009Distribuição: MovieMobzDireção: Paulo Henrique FontenelleRoteiro: Paulo Henrique FontenelleProdução: André Saddy, Isabella MonteiroCo-produção: Canal BrasilMúsica: Arnaldo Baptista, MutantesFotografia: Marco MoreiraEdição: Paulo Henrique Fontenelle
ElencoTom ZéNelson MottaGilberto GilSean LennonArnaldo Baptista

Premiações-Curiosidades- Este é seu primeiro longa-metragem de Paulo Henrique Fontenelle.
- Formado em Cinema e Jornalismo, Paulo Henrique Fontenelle, nasceu no Rio de Janeiro, em 1970. Trabalha no Canal Brasil como editor e diretor de programas e documentários. Dirigiu e produziu o curta-metragem Mauro Shampoo – Jogador, Cabeleireiro e Homem e o média Arraes, Guerreiro do Povo.

Titãs - A Vida Até Parece uma Festa

Os bastidores e a história da banda de rock Titãs, através de imagens gravadas dos anos 80 até os dias atuais.

Ficha TécnicaTítulo Original: Titãs - A Vida Até Parece uma FestaGênero: DocumentárioDuração: 100 min.Lançamento (Brasil): 2009Distribuição: MoviemobzDireção: Branco Mello e Oscar Rodrigues AlvesRoteiro: Branco Mello e Oscar Rodrigues AlvesProdução: Angela Figueiredo e Paulo Roberto SchmidtDireção de produção:Co-produção: Academia de Filmes, Caso 5Música: Branco Mello e Oscar Rodrigues AlvesSom:Fotografia:Edição: Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves
ElencoArnaldo AntunesBranco MelloTony BellottoCharles GavinMarcelo FromerNando ReisPaulo MiklosSérgio Britto

Premiações-Curiosidades- Na década de 80 Branco Mello decidiu comprar uma câmera VHS, com o objetivo de registrar o que acontecia com os Titãs em estúdio, shows, quartos de hotéis, aeroportos e ensaios. Várias destas gravações estão neste filme.
- Em 2002 Branco Mello convidou Oscar Rodrigues Alves para que dividissem a direção, o roteiro e a edição do filme.
- Estréia de Branco Mello e Oscar Rodrigues Alves na direção.
- Foram analisadas mais de 200 horas de material original, organizado pela produtora Angela Figueiredo.
- Exibido na mostra Première Brasil, no Festival do Rio 2008.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Se eu fosse você 2


Cláudio e Helena estão prestes a se separar, o que faz com que ele passe a morar na casa de Nelsinho. Porém, após a primeira reunião do divórcio, eles discutem em pleno elevador e, repentinamente, trocam de corpos mais uma vez. Isto faz com que ambos tenham que viver a vida do outro, tendo por experiência o que ocorreu anos antes. Paralelamente há a situação de Bia, filha do casal, que está grávida e não sabe como contar aos pais.

Ficha TécnicaTítulo Original: Se Eu Fosse Você 2Gênero: Comédia RomânticaDuração:Lançamento (Brasil): 2009Distribuição: Fox Film do BrasilDireção: Daniel FilhoRoteiro: Adriana Falcão, Renê Belmonte e Euclydes Marinho,Produção: Iafa Britz, Marcos Didonet, Vilma Lustosa, Walkiria Barbosa e Daniel FilhoCo-produção: Total Entertainment, Globo Filmes e LerebyMúsica: DJ MemêSom:Fotografia: Nonato EstrelaDesenho de Produção:Direção de Arte: Marcos FlaksmanFigurino: Marília CarneiroEdição: Diana Vasconcelos
ElencoGlória Pires (Helena)Tony Ramos (Cláudio)Maria Gladys (Cida)Cássio Gabus Mendes (Nelsinho)Marcos Paulo (João Paulo)Maria Luísa Mendonça (Denise)Adriane Galisteu (Marina)Vivianne Pasmanter (Carla)Isabelle Drummond (Bia)Ary Fontoura (Padre Henrique)Bernardo Mendes (Olavinho)Chico Anysio (Olavo)Carlos Bonow (Professor de hip hop)Maria Maya (Vendedora)Renata Batista (Vendedora)
Premiações-Curiosidades- Precedido por Se Eu Fosse Você (2006).
- Este é o 4º filme em que o diretor Daniel Filho e a atriz Glória Pires trabalharam juntos. Os demais foram A Partilha (2001), Se Eu Fosse Você (2006) e Primo Basílio (2007).
- A personagem Bia no filme original foi interpretada por Lara Rodrigues, enquanto que neste é interpretada por Isabelle Drummond.
- O jogador Sávio serviu como consultor de futebol para o elenco.

Sexo com Amor ?


Jorge e Mônica formam um casal sofisticado, de classe alta. Jorge é um renomado escritor que tem o amor e o sexo como temas recorrentes em seu trabalho e mantém um caso com Luísa, professora de seu filho, sem que a esposa saiba. Pedro e Mara formam um casal simples e suburbano, que tem problemas de auto-estima. Mara sente-se velha e com isso perdeu o apetite sexual, o que faz com que Pedro sinta-se rejeitado. Rafael e Paula formam um jovem casal de classe média, que já tem uma filha e esperam para breve um novo filho. Rafael é um pai dedicado e um marido amoroso, mas não consegue resistir a um rabo de saia. Até que um dia, ao chegar mais cedo em casa, descobre que Paula o traiu e, pior ainda, com um amigo.
Ficha TécnicaTítulo Original: Sexo com Amor?Gênero: ComédiaDuração: 90 min.Lançamento (Brasil): 2008Distribuição: Fox Film do BrasilDireção: Wolf MayaRoteiro: Renê BelmonteArgumento: Boris Quercia MartinicProdução: Iafa Britz, Marcos Didonet, Vilma Lustosa e Walkiria BarbosaProdução Executiva: Iafa Britz, Marcos Didonet, Vilma Lustosa e Walkiria BarbosaCo-produção: Total Entertainment, Fox Film do Brasil, Gustavo Nieto Roa, Chilechita, Quanta e TeleimageMúsica:Guto Graça MelloFotografia: Renato PadovaniDireção de Arte: Alexandre MeyerFigurino: Marília Carneiro e Inês SalgadoEdição: Felipe Lacerda

ElencoJosé Wilker (Jorge)Reynaldo Gianechinni (Rafael)Carolina Dieckmann (Luísa)Marília Gabriela (Mônica)Malu Mader (Paula)Eri Johnson (Pedro)Maria Clara Gueiros (Mara)Ítalo Rossi (Padre Ancelmo)Alexandre Piccini (Carlos)Danielle Winits (Aline)Erom Cordeiro (Fernando)Felipe Latge (Serginho)Guilhermina Guinle (Patrícia)Mara Manzan (Dirce)Nanda Costa (Juliana)Natasha Haydt (Ângela)Odilon Wagner (Dr. Olavo)Rafael Ritto (Inácio)Rayssa Moura (Isabel)

Premiações-Curiosidades- Estréia de Wolf Maya como diretor de cinema.

O menino da Porteira


Diogo, peão e boiadeiro, traz uma grande boiada para vender ao Major Batista, dono da Fazenda Ouro Fino. Ao passar pelo Sítio Remanso, de propriedade de Octacílio Mendes, encontra o menino Rodrigo, que lhe abre a porteira e com quem trava amizade. Na vila, Diogo é aconselhado por pequenos criadores a não vender mais o seu gado para o Major, que quer controlar todos os preços da região. Irritado, o Major manda seus capangas expulsarem Diogo do lugarejo, mas o peão leva a melhor e se decide a levar o gado.

Ficha TécnicaTítulo Original: O Menino da PorteiraGênero: DramaDuração:Lançamento (Brasil): 2009Distribuição: Sony PicturesDireção: Jeremias MoreiraRoteiro: Carlos Nascimbeni, Jeremias Moreira e Beto MoraesProdução:Produção Executiva: Moracy do ValCo-produção: Jerê FilmesMúsica: Nelson AyresFotografia: Pedro FarkasDesenho de Produção:Direção de arte: Adrian CooperFigurino: Marjorie GuellerEdição: Manga Campion
ElencoDaniel (Diogo)José de Abreu (Major Batista)Vanessa Giácomo (Juliana)João Pedro Carvalho (Rodrigo)Rosi Campos (Filoca)Eucir de Souza (Otacílio Mendes)Antônio Edson (Zé Coqueiro)Valter Santos (João Só)Eduardo Chagas (Chico Fu)Lui Strassburguer (Militão)Cláudia Missura (Carolina)Zedu Neves (Dr. Almeida)Carlos Meceni (Noca)Nélson Pires (Fortunato)Alcides Miranda (Teodoro)José E. Adorno (Leobino)Antônio Gomes (Deolindo)José Ferro (Miro)José R. Scatolin (Gandu)Paulo Agnelli (Venerando)Edvar Miranda (Antônio Tega)Maria José Franco (Cesarina)Adair Luiz de Abreu (Zeca Barbeiro)Abel Garcia (Craro)Aparecido Antônio Kelm (Prequeté)Carlos Alberto Amorim (Antônio Cuba)Evandro Josiel Santos (Celau)Germano Pereira (Garoto)

Premiações-
Curiosidades- Refilmado trinta e um anos após o lançamento de O Menino da Porteira (1977), que levou mais de 4 milhões de pessoas aos cinemas.
- O cantor Daniel está no papel do boiadeiro Diogo, vivido por Sérgio Reis no filme original.
- Terceiro filme do cantor Daniel, o primeiro foi Xuxa Requebra (1999).
- Daniel foi instruído pelo diretor a não assistir à primeira versão do filme, de 1976.
- As filmagens realizadas no município de Brotas, interior paulista, e na cidade cenográfica especialmente construída no Pólo Cinematográfico de Paulínia (SP).
- Juliana, principal papel feminino do filme, é agora vivida por Vanessa Giácomo. Maria Viana foi a intérprete da versão anterior.
- José de Abreu como o vilão Major Batista, interpretado anteriormente por Jofre Soares.
- Direção e roteiro de Jeremias Moreira. Ex-assistente de Luiz Sérgio Person e de Roberto Santos. Foi Diretor de produção de "Pantanal de Sangue" (de Reynaldo de Barros), "Efigênia Dá Tudo o Que Tem" (de Olivier Perroy), "O Predileto" (de Roberto Palmari) e "Ato de Violência" (de Eduardo Escorel). Foi montador de "O Predileto" e de "Diário da Província" (ambos de Palmari). Dirigiu "O Menino da Porteira", e "Mágoa de Boiadeiro", dos quais foi também co-produtor, montador e roteirista, e na seqüência, "Fuscão Preto".
- Carlos Nascimbeni, um dos roteiristas (juntamente com Jeremias Moreira e Beto Moraes), é também produtor adjunto do filme. Montou os filmes "Delírio e Morte de Um Retirante", e "O Pequeno Exército Louco", de Lúcia Murat. Além de vários curtas, escreveu, dirigiu e produziu o longa-metragem "Made In Brasil", pelo qual recebeu o Prêmio Governador do Estado, de 1984, de melhor roteiro.
- Para compor a personalidade mal-humorada de seu personagem, José de Abreu imaginou que ele sofria de uma crônica dor de dente. O ator então decidiu ir ao dentista e retirar uma ponte, de forma que a dor que sentia torna-se sua interpretação mais autêntica.
- A caracterização do personagem Zé Coqueiro foi inspirada na pintura "Caipira Picando Fumo", de Almeida Jr., que integra a Pinacoteca de São Paulo.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Meu nome não é Johnny


João Guilherme Estrella (Selton Mello) nasceu em uma família de classe média do Rio de Janeiro. Filho de um diretor do extinto Banco Nacional, ele cresceu no Jardim Botânico e frequentou os melhores colégios, tendo amigos entre as famílias mais influentes da cidade. Carismático e popular, João viveu intensamente os anos 80 e 90. Neste período ele conheceu o universo das drogas, mesmo sem jamais pisar numa favela. Logo tornou-se o maior vendedor de drogas do Rio de Janeiro, sendo preso em 1995. A partir de então passou a frenquentar o cotidiano do sistema carcerário brasileiro.

Ficha TécnicaTítulo Original: Meu nome não é JohnnyGênero: DramaDuração: 128 min.Lançamento (Brasil): 2008Distribuição: Sony Pictures Entertainment e Downtown FilmesDireção: Mauro LimaAssistente de Direção:Roteiro: Mariza Leão e Mauro LimaProdução: Mariza LeãoProdutor Associado: Guel ArraesProdutora Executiva: Mariza LeãoCo-produção: Atitude Produções, Sony Pictures Entertainment, Globo Filmes, TeleImage, ApemaMúsica: Fábio MondegoFotografia: Uli BurtinDireção de Arte: Cláudio Amaral PeixotoFigurino: Reka KovesEdição: Marcelo Moraes

ElencoSelton Mello (João Guilherme Estrella)Cléo Pires (Sofia)Júlia Lemmertz (Mãe de João)Rafaela Mandelli (Laura)Eva Todor (D. Marly)André di Biasi (Alex)Giulio Lopes (Pai de João)Cássia Kiss (Juíza)Ângelo Paes Leme (Julinho)Orã Figueiredo (Oswaldo)Hossen Minussi (Wanderley)Luís Miranda (Alcides)Gillray Coutinho (Advogado)Kiko Mascarenhas (Danilo)Flávio Bauraqui (Charles)Aramis Trindade (Taínha)Neco Vila Lobos (Carlos)Charly Braun (Felipe)Felipe Martins (Fernando)Roney Villela (Hércules)Wendell Bendelack (Sininho)Ivan de Almeida (Carcereiro)Flávio Pardal (Boneco)Rodrigo Amarante

Premiações-Curiosidades- O filme foi baseado no livro de mesmo nome do jornalista Guilherme Fiúza, que conta a trajetória do traficante João Guilheme Estrella: seu início no mundo das drogas, o enriquecimento, a prisão e a ida para um manicômio.
- O diretor Mauro Lima teve contato com Meu Nome Não é Johnny através da Columbia Pictures do Brasil, distribuidora pela qual estava lançando Tainá 2 - A Aventura Continua (2005). Ele soube que a produtora Mariza Leão estava à procura de um diretor para o filme e resolveu se candidatar ao cargo.
- As filmagens ocorreram nas cidades do Rio de Janeiro, de Barcelona e de Veneza.
- O orçamento de Meu Nome Não é Johnny foi de R$ 6 milhões.
- Meu nome não é Johnny chega aos cinemas de todo país no dia 4 de janeiro de 2008.
- Meu nome não é Johnny teve lançamento mundial no 13º Festival de Búzios.
- Sinopse completa:No início dos anos 70, João Guilherme Estrella era um típico garoto da alta classe média carioca. Estudava em bons colégios e se relacionava com jovens ricos como ele. Embalado pelo rock, pela liberação do costumes e pela efervescência cultural do Rio, o garoto viveu intensamente os anos 80. Inteligente, simpático e principalmente dono e um humor incomparável, ele era adorado pelos pais e muito popular entre seus amigos. João tinha tudo. Menos limites. Seu espírito aventureiro e boêmio o levou a viver todas as loucuras permitidas. E as não permitidas. Do primeiro cigarro de maconha que experimentou na adolescência nas areias do Arpoador, passou a consumir cocaína. De usuário de droga, passou a vendê-la para os amigos. Um ótimo tino comercial, fortalecido por uma rede social, fez com que João conquistasse a confiança dos fornecedores. No início dos anos 90, João já tinha se tornado o maior vendedor de drogas do asfalto carioca. Ao mesmo tempo em que se tornava cada vez mais popular, em sua casa, nada ia bem. O clima das fantasias e brincadeiras da infância havia ficado para trás. Seu pai descobriu que tinha câncer. Sua mãe se mudou. Sua casa acabou se tornando um lar partido. João era jovem e imaturo demais para perceber que o pai precisava dele. Ele queria viver a juventude a toda velocidade. Cada vez mais doente, o pai se fechava em seu quarto enquanto João transformava a casa em uma festa eterna. Amigos, clientes, viciados entravam e saíam o tempo todo. Em uma das festas que ele conheceu Sofia. Foi paixão instantânea.Os dois passaram a viver juntos os perigos que, para João, não passavam de grandes aventuras. No apartamento que passaram a dividir, a rotina não era diferente. Sofia às vezes se irritava, mas não conseguia mudar o namorado, que cada vez ganhava mais dinheiro, mas cada vez gastava mais também. Nesta época, ele conheceu um dos mais importantes elos da famosa Conexão Nelore. Alex, um paraplégico que ficou sabendo de sua fama de bom negociante e resolveu lhe fazer uma proposta de negócios. Por um lado, Alex distribuía a mais pura cocaína do país, por outro, João tinha acesso irrestrito ao crème de la crème dos usuários da Zona Sul carioca.Não foi preciso muita conversa. O negócio foi rapidamente fechado. Mas, João queria mais. O Rio tinha ficado pequeno para ele. Foi quando conheceu Felipe, traficante com larga experiência na Europa, João estava disposto a conquistar o Velho Mundo. Plano feito. Plano executado. Apesar dos riscos, a operação foi bem sucedida. João e Sofia foram curtir uma lua-de-mel no Velho Mundo, com os bolsos cheios de grana. De volta, ele queria mais. E começou a articular a segunda fase da viagem. Ele só não contava com a ação da polícia, que passara a monitorar cada passo da Conexão Nelore. Certo dia, quando passou em um apartamento alugado em Copacabana, onde seus amigos Serjão e Laura preparavam a droga que seria transportada para a Europa, a polícia também apareceu.A partir daquele dia, da agenda de seus descolados clientes, seu nome entrou para a lista dos perseguidos pela polícia. Preso, sua foto passou a estampar as capas dos jornais. Em vez de festas, passou ao banco dos réus. João foi parar na carceragem da Polícia Federal da Praça Mauá, onde tomou o primeiro contato com uma nova realidade, a vida no sistema carcerário brasileiro. De lá foi transferido para o Manicômio Judiciário, onde cumpriu pena de 2 anos de reclusão. Seu desafio era provar para a juíza Marilena Soares, considerada uma das rigorosas do Brasil, que não era um chefe de quadrilha, mas um jovem que não conhecera limites e merecia uma segunda chance. Sua história revela sonhos e dramas comuns a toda juventude, em qualquer lugar do mundo.